segunda-feira, 16 de outubro de 2017

Cheap Trick - Cheap Trick (1977)








Esse é o primeiro disco da Cheap Trick e é um da série "Melhores Álbuns de Estréia...". Sem brincadeira, ele é extremamente criativo e rendeu comparações com os Beatles na época. Não a toa, a Cheap Trick trabalhou com George Martin mais adiante.
A origem da banda está na dupla Nielsen e Petersson que tocavam numa banda chamada Fuse. Ela gravou um disco em 1969 e se separou. Nielsen e Petersson convidaram o baterista Bun E. Carlos que voltava da Alemanha e a Cheap Trick foi fundada. isso foi em 1972. Ela passou dois anos rodando pelo meio-oeste americano. Em 74 Robin Zander entrou, assumindo os vocais e a guitarra rítmica. Em 1976 eles atraíram a atenção do produtor da Aerosmith, Jack Douglas, que lhes conseguiu um contrato com o selo Epic e produziu esse disco. O único senão dele talvez seja a mixagem que sufocou as ótimas melodias.





Rick Nielsen - guitarra, vocal
Robin Zander - vocal, guitarra
Tom Petersson - baixo
Bun E. Carlos - bateria





1  ELO Kiddies
2  Daddy Should Have Stayed In High School
3  Taxman, Mr. Thief
4  Cry, Cry
5  Oh, Candy
6  Hot Love
7  Speak Now Or Forever Hold Your Peace  [Terry Reid]
8  He's A Whore
9  Mandocello
10 The Ballad Of TV Violence (I'm Not The Only Boy)
11 Lovin' Money (Outtake)
12 I Want You To Want Me (Early Version)
13 Lookout (Previously Unreleased Studio Version)
14 You're All Talk (Previously Unreleased Studio Version)
15 I Dig Go-Go Girls (Previously Unreleased)

sexta-feira, 13 de outubro de 2017

Pancake - No Illusions (1979)








No terceiro disco da Pancake, Walter Negele poupou o baterista e mudou todos os outros. Agora há uma vocalista. O som é o mesmo rock sinfônico, porém mais pesado e com um equilíbrio maior entre os papéis da guitarra e dos teclados. No Illusions é o álbum mais consistente dos três mas foi o último. É que nessa época o interesse pelo rock progressivo já havia caído muito.





Walter Negele - guitarra, vocal
Uli Frank - teclados, vocal
Biggi Zmierczak - vocal
Ralf Scheibe - baixo, vocal
Hans Derer - bateria, vocal





1  Just Miss Your Smile
2  Fire And Rain Song
3  Dream Delta Land
4  No Touch Of Illusions
5  Autumn Leaves
6  I Try
7  Tears Of Time
8  Panmade
9  Rendezvous
10 No (Touch Of) Illusions
11 Love Is All Around
12 Hey Joe


terça-feira, 10 de outubro de 2017

Pancake - Out Of The Ashes (1977)








Para o segundo disco, a Pancake teve que ser reconstruída por Walter Negele. Ao invés de um segundo guitarrista, ele preferiu colocar um tecladista. Então, se o primeiro disco estava mais para o rock, o segundo está mais para o rock sinfônico. Há ainda influências do space-rock porque eles estavam muito interessados no trabalho da Pink Floyd. Rainer Röhm havia sido membro da primeira encarnação da banda, ainda sob o nome de Nyrvana Pancake.





Walter Negele - guitarras, violão 12 cordas, efeitos de guitarra, vocal
Rainer Röhm - vocal, percussão
Heinz Bertsch - piano, piano elétrico, órgão, Clavinet, sintetizador
Peter Indrak - baixo, violino
Hans Derer - bateria, percussão, vocal





1 Painted Rush-Hour
2 Arctic Ocean:
  a. Fool's Nightmare
  b. Back In The Reality
3 Cakey Funk
4 Rainbow Suite:
  a. Introduction: Colours In The Rain
  b. Winds Of Thor (Including The Apperance Of Aeolos)
  c. The New Day 4 dGone With The Wind
5 Out Of The Ashes
6 Roxy Elephant (Live)

segunda-feira, 9 de outubro de 2017

Pancake - Roxy Elephant (1975)








Essa foi uma banda prog de Stuttgart que se originou numa outra chamada Nyrvana Pancake. Essa primeira banda foi formada em 1970 por Walter Negele e Werner Bauer. Num dado momento ela se separou em duas: a Nyrvana e a Pancake (😲!). Na verdade, a história da Pancake parece ser de três bandas diferentes porque cada um dos seus três discos tem uma formação diferente e uma orientação diferente — só Walter Negele atuou nos três. 
Roxy Elephant tem as influências britânicas da época, com toques de hard-rock e space-rock. 
Depois desse disco o baterista Günther Konopik juntou-se à Anyone's Daughter.





Walter Negele - guitarra, violão 12 cordas
Tommy Metzger - guitarra, vocal
Hampy Nerlich - vocal
Werner Bauer - baixo, triângulo, vocal
Günther "Kono" Konopik - bateria, percussão, vocal





1 Heartfire
2 Rolltreppe
3 Aeroplane
4 End Of The Day
5 Remember
6 Long Life
7 Harmony
8 Roxy Elephant

sábado, 7 de outubro de 2017

Sweet Slag - Tracking With Close-Ups (1971)








Essa banda é inglesa, esse é o único disco que ela lançou e isso é tudo o que eu sei sobre ela. Deduzo que ela não teve muito apoio do selo President ao qual esteve associada porque o som do vinil original é péssimo — essa versão em CD conseguiu melhorar um pouco. É uma pena porque a música nele é bem legal, misturando o hard-rock baseado em blues, que lembra de leve a Cream, ao jazz numa forma livre.





Mick Kerensky - guitarra
Paul Jolly - sax alto, sax soprano, clarinete, flauta, oboé
Jack "Moth" O'Neill - baixo, trombone
Al Chambers - percussão





1 Specific
2 Milk Train
3 Rain Again
4 Patience
5 Twisted Trip Woman
6 World Of Ice
7 Babyi Ar

quarta-feira, 4 de outubro de 2017

T-Bone Walker - Good Feelin' (1969)








Antes de T-Bone Walker a guitarra ficava no fundão das bandas, exercendo um papel meramente rítmico. Foi Walker quem colocou o instrumento como líder e como a principal voz do blues pelas décadas que viriam. Pode-se dizer sem medo que ele inventou o conceito de guitarra elétrica no blues e o som característico dela, numa afinação que a aproximava dos metais. Ele inovou e sofisticou a maneira de compor e incluiu muitas mudanças vindas do jazz. 
A eletricidade não estava só no instrumento, mas no próprio T-Bone. Ele que tinha atuado como dançarino, incluía performances inusitadas no palco, como tocar a guitarra por detrás da cabeça e tocá-la com os dentes. Pois é, Hendrix o imitou; Chuck Berry também; e também James Brown, à sua maneira.
Como aconteceu com a maioria dos bluesmen, a carreira de Walker foi mais e mais sombreada pelo rock e pelo pop dos anos 60. Mas em 69 ela tomou um fôlego — pequeno, é verdade — ao ganhar um Grammy por Good Feelin'.





T-Bone Walker - guitarra, piano, vocal
Slim Pezin - guitarra
Michel Sardaby - piano
Bernard Estardy - órgão, piano, percussão
Manu Dibango - sax, órgão, percussão
Francis Cournet - sax
Pierre Holassian - sax
Jeannot Karl - baixo
Lucien Dobat - bateria
Jean-Louis Proust - percussão
Earl Lett - percussão





1  Good Feelin
2  Everyday I Have The Blues
3  Woman You Must Be Crazy
4  Long Lost Lover
5  I Wonder Why
6  Vacation
7  Shake It Baby
8  Poontang
9  Reconsider
10 Sail On Little Girl
11 When I Grow Up
12 See You Next Time

domingo, 1 de outubro de 2017

Big Joe Turner with Pee Wee Crayton & Sonny Stitt - Everyday I Have The Blues (1975)








Big Joe Turner foi um cantor de jazz blues, jump-blues, blues urbano e R&B que exerceu muita influência no do rock 'n' roll. Na adolescência ele trabalhou como barman e leão-de-chácara em vários clubes, nos quais eventualmente começou a dar umas palhinhas. A partir do meio dos anos 20, ele estabeleceu uma duradoura parceria com um pianista de boogie-woogie chamado Pete Johnson. Juntos ele compuseram grandes sucessos que foram gravados por vários outros músicos. Entre esses sucessos está "Roll Em', Pete", gravada por Jimmy Reed. 
O melhor período de Turner foi nos anos quarenta e cinquenta, quando muito do seu estilo vocal incluiu elementos do jazz e do swing. Ele gravou "Sweet Sixteen" bem antes de B.B. King e empregou Elmore James como guitarrista.
Talvez o pico da sua sua carreira tenha sido em 1954 quando Charles Calhoun compôs Shake, Rattle And Roll especialmente para ele. No mesmo ano Bill Halley a gravou e em seguida Elvis Presley também. Empolgado, Turner emplacou outros sucessos na mesma linha, como "Flip, Flop and Fly". 
Nos anos 60 sua carreira entrou em declínio depois que ele passou a gravar músicas pop de fácil digestão. Logo ele, cujas letras anteriores eram vulgares, quase explicitamente sexuais.
Nos anos 70 ele excursionou com a orquestra de Count Basie, e nos anos 80 ele se fez acompanhar pela banda Roomful of Blues e pelo guitarrista Ronnie Earl.





Big Joe Turner - vocal
Sonny Stitt - sax tenor, sax alto
Pee Wee Crayton - guitarra
J.D. Nicholson - piano
Charles Norris - baixo
Washington Rucker - bateria





1 Stormy Monday [T. Bone Walker]
2 Piney Brown (K.C.)
3 Martin Luther King Southside
4 Everyday I Have The Blues [Memphis Slim]
5 Shake, Rattle And Roll [Charles Calhoun]
6 Lucille

sexta-feira, 29 de setembro de 2017

Bacon Fat - Grease One For Me (1970)








George "Harmonica" Smith nasceu em 1924 no Arkansas. Ele começou a tocar blues muito cedo e praticou exaustivamente até o ponto de poder viver da música decentemente. Nos anos 50 ele mudou-se para Chicago e integrou a banda de Muddy Waters por um ano. Daí ele foi para a costa oeste americana onde ganhou respeitabilidade, mas frequentemente voltava à Chicago para tocar com Otis Spann e Otis Rush.
Rod Piazza nasceu na California em 1947. Entre seus ídolos estavam Little Walter e o próprio Harmonica Smith. Pois foi num desses retornos de Chicago de Harmonica Smith que ambos começaram a trabalhar juntos e formaram a eletrificada Bacon Fat. 
Além de lançar dois discos — este é o primeiro — a banda acompanhou T-Bone Walker, Big Joe Turner e Big Mama Thornton.





George "Harmonica" Smith - harmônica, vocal
Rod "Gingerman" Piazza - harmônica, vocal
J.D. Nicholson - piano, vocal
Gregg Schaefer - guitarra, bandolim
Buddy Reed - guitarra, vocal
Jerry Smith - baixo
Dick Innes - bateria





1  Up The Line
2  Boom Boom (Out of The Lights)
3  Small's On 53rd
4  She's A Wrong Woman
5  I Need Your Love
6  Juicy Harmonica
7  Nobody But You
8  Telephone Blues
9  You're So Fine
10 Too Late

segunda-feira, 25 de setembro de 2017

Wind - Seasons (1971)








Essa banda é alemã de Erlangen e começou sua carreira no meio dos anos 60 como um grupo beat que tocava principalmente em bases militares americanas. Em 1969, após várias mudanças de nome e de pessoal, ela foi rebatizada como Chromosom e apresentava um som influenciado pela west coast music. 
Com a entrada de Bernd Leistner o som da banda foi mudando para o lado do prog e eles conseguiram um contrato com um selo recém criado chamado +Plus+. Esse é o disco de estréia e as músicas são poéticas e complexas, cheias de partes instrumentais. Elas tem muita influência anglo-americana, sobretudo da Vanilla Fudge e da Deep Purple, mas alinha-se com as conterrâneas Ikarus e 2066 And Then. Esse álbum é considerado um clássico mas o seguinte, lançado apenas um ano depois, é feito de músicas curtas e sem envolvimento instrumental.





Lucian Büeler - órgão, piano, vocal, percussão
Thomas Leidenberger - guitarra, vocal
Bernd "Steve" Leistner - vocal, harmônica, flauta  [Schlotterla
Andreas Büeler - baixo, vocal
Lucky Schmidt - bateria, percussão, vibrafone, Clavinet, piano (3)
com
Jochen Petersen - flauta (1)





1 What Do We Do Now
2 Now It's Over
3 Romance
4 Springwind
5 Dear Little Friend
6 Red Morningbird

domingo, 24 de setembro de 2017

Diabolus - Diabolus (1972)








A Diabolus foi uma banda de Oxford, Inglaterra, que fez uma mistura muito competente de jazz e prog-rock. O amplo uso da flauta lembra bastante a Jethro Tull e na faixa 2 eu diria que é um pouco mais do lembrança. 
Dizem que a banda estabeleceu-se na Alemanha mas o que na verdade aconteceu é que, em 1971, as gravadoras inglesas não quiseram lançar o disco por não verem muita viabilidade comercial. Como o baterista era alemão, ele usou seus contatos e conseguiu que o selo Bellaphon enfim o lançasse no ano seguinte. E esse foi único álbum da Diabolus.





John Hadfield - guitarra, vocal
Anthony Hadfied - baixo, vocal
Philip Howard - flauta, sax, orgão, piano
Ellwood Von Seibold - bateria





1 Lonely Days
2 Night Clouder Moon
3 1002 Nights
4 3 Piece Suite
5 Lady Of The Moon
6 Laura Sleeping
7 Spontenuity
8 Raven's Call